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24 de maio de 2017

Bebidas nas refeições....

Quando ingerimos líquidos (água, sucos, e refrigerantes,
O nosso trato digestivo produz 3 litros de sucos digestivos por dia. Só de saliva é produzido 1,5 litros! Ainda assim, existem muitas pessoas que dizem não conseguir se alimentar sem tomar algum tipo de bebida, afirmando que a comida “fica muito seca”. Várias queixas digestivas podem ter origem a partir da ingestão de líquidos junto ao almoço ou jantar. Desde a boca até o intestino, o alimento sofre a ação de inúmeras enzimas. Para que haja uma boa qualidade do processo digestivo, questões como o pH do trato gastrointestinal é importante. Quando ingerimos líquidos (água, sucos, e refrigerantes, sendo este último ainda mais nocivo) com as refeições, ocorre à diluição do suco gástrico com a modificação do pH local fazendo com que a atividade enzimática fique comprometida.
Por exemplo, a pepsina precisa de um meio ácido estomacal para ser formada a partir do pepsinogênio, o que é somente garantido com a ótima secreção de ácido clorídrico (HCl). O mesmo, por provocar a redução do pH estomacal, favorece não somente a melhor digestão, mas otimiza a absorção de ferro, cálcio, piridoxina, zinco, entre outras vitaminas/minerais, utilizadas em diversas reações bioquímicas. A diluição, portanto do ácido clorídrico durante uma refeição com grande quantidade de líquido favorece uma menor eficiência na absorção de vitaminas/minerais e um déficit clorido-péptico, contribuindo com a má digestão protéica e para a ocorrência de sintomatologias digestivas muito referidas como a distensão abdominal, diarréia/constipação e sensação de plenitude gástrica. As pessoas que têm necessidade de ingerir líquidos com as refeições normalmente possuem uma baixa ingestão hídrica ao longo do dia e associam o ato de comer a hora de se hidratar. A inclusão de líquidos durante as refeições também se deve, em parte a má mastigação, característica bastante comum em pessoas cada vez mais preocupadas, estressadas e com menos tempo destinado à sua alimentação. Para quem tem este péssimo hábito de beber líquidos junto às refeições, existem algumas dicas importantes! A primeira e talvez a mais importante é a MASTIGAÇÃO!
A mastigação estimula a produção de saliva que além de umedecer os alimentos favorecendo a deglutição possui enzimas digestivas que já iniciam o processo de digestão dos alimentos. Quem não mastiga tem a sensação de que a comida está seca mesmo e torna mais difícil o processo digestivo. A segunda dica é, pelo menos, evitar as bebidas gaseificadas (água com gás e refrigerantes) e limitar-se a 200 ml de líquidos por refeição (um copo pequeno de água ou suco). Primeiramente, faça toda a refeição e depois tome o líquido bem lentamente em pequenos goles. Gradativamente vá reduzindo a quantidade de líquidos ingeridos até a total exclusão. O ideal seria não tomar líquido nenhum de 30 minutos até 2 horas depois das refeições (tempo necessário para a digestão dos alimentos). Outra dica é evitar preparações muito secas como: farinha, farofas e empadão, além de não exagerar no sal, pois pratos muito salgados darão mais sede. Esse processo pode levar meses, mas é importante tentar. Com o tempo, o líquido não fará falta nenhuma! Pelo contrário, deixar de tomar líquidos com as refeições só fará bem para sua saúde! Fonte: Fernanda Serpa de Carvalho Especialista em Nutrição Clínica Funcional – Centro Valéria Paschoal de Educação/Docente e Diretora da empresa Nutconsult

11 de março de 2013

Tire suas dúvidas sobre as principais causas do câncer


Entenda o papel da genética e da alimentação no surgimento da doença
POR MANUELA PAGAN - ATUALIZADO EM 04/02/2013


DNA - foto: Getty Images





Genética

No Congresso, os especialistas apresentaram um estudo com 748 pessoas, incluindo profissionais de saúde, e 90% do grupo disse acreditar que a genética aumenta significativamente o risco de câncer. "Na realidade, apenas 5% a 8% dos tipos de câncer são, dependendo de sua localização, de fato causados por um gene herdado", afirma o oncologista Artur Malzyner, da Clinonco, de São Paulo. De acordo com o oncologista, a confusão provavelmente se dá porque existem fatores externos, como o tabaco, o álcool e substâncias presentes no plástico (como o bisphenol A) que causam a mutação dos genes, servindo como gatilho para um câncer. "Mas existem tipos de câncer com predisposição mais alta em caso de doenças de cunho genético, é o caso da polipose familiar do cólon (crescimento que se projeta da parte interna do cólon ou do reto)", diz o especialista.


Dieta desintoxicante

Quando questionados sobre como reduziriam seu risco de câncer, 27% dos entrevistados acreditavam que colocar em prática uma dieta de desintoxicação seria um bom método, enquanto 64% achavam que a comida orgânica protege contra o câncer. O nutricionista Fábio Gomes, do Instituto Nacional do Câncer (INCA), explica que o agrotóxico provoca vários problemas de saúde, mas a relação entre eles e o aparecimento do câncer ainda não é certo. Na dúvida, alimentos orgânicos continuam sendo a opção mais segura.


Carne vermelha

Cerca de 40% dos entrevistados desconhecia a relação entre o consumo da carne vermelha e o aumento do risco de câncer. Vários estudos já revelaram que comer muita carne vermelha pode ser prejudicial à saúde. Um deles, realizado pela Universidade de São Paulo e apresentado no Congresso da Sociedade Americana do Câncer, aponta o alimento como fator de risco para o câncer de intestino. A pesquisa revelou que quem consome carne bovina ou suína diariamente, em qualquer quantidade, apresenta 35% mais chances de desenvolver câncer de intestino grosso.


Carne processada

Está aqui um dos fatores de risco mais conhecidos, 85% dos participantes sabiam do risco de ingerir carne processada. O nutricionista Fábio Gomes explica que linguiça, salsicha, bacon e até o peito de peru contêm quantidades consideráveis de nitritos e nitratos. Essas substâncias, em contato com o estômago, viram nitrosaminas, capazes de promover mutação do material genético. "A multiplicação celular passa a ser desordenada devido ao dano causado ao material genético da célula. Esse processo leva à formação de tumores, principalmente do trato gastrointestinal", explica Fábio Gomes.


Telefone celular

Para 68% dos participantes da pesquisa, existe relação entre a radiação liberada pelo telefone celular e o desenvolvimento de câncer. O oncologista Artur explica que, de fato, existe tal associação (principalmente com tumores cerebrais) e que, apesar de discreta, ela merece atenção. A pedido da Organização Mundial de Saúde, 31 cientistas de 14 países revisaram estudos sobre a segurança do uso de telefones celulares. Os especialistas encontraram evidência suficiente para caracterizar o uso do aparelho como "possivelmente cancerígeno para humanos".


Obesidade

Apenas 32% dos participantes da pesquisa e 41% dos profissionais de saúde sabiam que a obesidade é um fator de risco para o câncer. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de um terço dos casos de câncer no mundo podem ser relacionados à obesidade. O oncologista Artur lembra que a obesidade, além de ser um hábito passado de pai para filho, também pode ser transmitida geneticamente. "Os hábitos que causam a obesidade, como a alimentação rica em gorduras e a falta de atividade física, afetam a família inteira", diz o médico.


Estresse

Mais de 90% dos participantes do estudo apontaram que o estresse pode ser o causador de câncer e eles estão certos. Alguns estudos já demonstraram que o estresse pode causar câncer indiretamente por enfraquecer o sistema imunológico e encorajar a formação de novos vasos sanguíneos para vascularizar o tumor. Outro estudo, publicado no The Journal of Clinical Investigation mostrou que hormônios como a adrenalina, liberada no momento de estresse, podem influenciar o crescimento e a metástase do tumor. A dica no especialista, entretanto, é para evitar o alarme exagerado. "Você precisa se autoconhecer, diferenciando situações de tensão comuns no dia a dia do estresse crônico, que causa alterações no organismo", afirma o oncologista Anderson Arantes Silvestrini, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.


Roupas apertadas

Roupas apertadas também foram citadas pelos participantes da pesquisa como um fator que aumenta a incidência do câncer. Segundo os pesquisadores do estudo e os especialistas entrevistados, não existe qualquer relação entre roupas apertadas e o desenvolvimento de tumores. O oncologista Anderson conta ainda que não há qualquer ligação entre a compressão, no caso o sutiã, e o câncer de mama.

Deixe a carne vermelha mais saudável

Acrescentar legumes ao preparo e evitar frituras são algumas dicas

POR CAROLINA GONÇALVES -




Quem resiste ao cheirinho de carne cozinhando na panela? Além de saborosa, ela é rica em proteínas e em nutrientes, como o ácido linoleico e a creatina, que promovem a perda de gordura, controlam o açúcar no sangue e melhoram o transporte de oxigênio para os músculos. Para aproveitar os benefícios sem prejudicar a saúde, é preciso escolher bem tanto o tipo decarne vermelha quanto o modo de preparo. "Opções gordurosas, como alcatra e picanha, podem trazer mais riscos do que benefícios", explica a nutricionista Ana Carolina Quireze, de Goiânia, que recomenda cortes magros: patinho, maminha e filé mignon. 

Outro cuidado importante é a quantidade adequada consumida. Segundo a nutricionista, a porção não deve ultrapassar o tamanho de uma carta de baralho e o consumo deve se limitar a duas vezes por semana. O excesso pode levar a complicações como colesterol alto e aumento da pressão arterial. Confira as melhores formas de preparar a carne vermelha e veja dicas para deixá-la mais saudável: 

Carne assada
Por não precisar da adição de óleos e outras gorduras, esse preparo é um dos mais saudáveis, pois permite aproveitar bem os nutrientes sem somar muitas calorias. Ana Carolina Quireze afirma que a carne assada na churrasqueira também é uma boa pedida, desde que seja ao ponto - nunca muito bem passada. "A casquinha de queimado que se forma por cima da carne é extremamente tóxica para as nossas células", justifica a nutricionista.  
Carne cozida - Foto: Getty Images
Carne cozida 
Embora a cocção faça com que o alimento perca alguns nutrientes, a nutricionista Paula Castilho, da Sabor Integral Consultoria em Nutrição, afirma que a carne vermelha é bastante resistente e não têm perdas significativas. Já o preparo no vapor é o que menos sofre perda de nutrientes, mas tem a desvantagem de ser mais demorado. "Se a pessoa não quiser perder nenhum nutriente, uma boa opção é cozinhar a carne e utilizar a água para preparar um molho ou risoto, por exemplo", sugere Paula. 
bife com legumes - Foto: Getty Images
Use água para fritar
Qualquer fritura é prejudicial à saúde e deve ser evitada. Segundo Ana Carolina Quireze, a temperatura elevada e o tempo de aquecimento causam alterações químicas no óleo utilizado, fazendo com ele deixe de ser uma fonte de gordura insaturada e vire gordura saturada, que em excesso pode causar diversas doenças. "Portanto, a fritura é prejudicial mesmo se realizada com óleos vegetais de boa qualidade", comenta.

A nutricionista afirma que não é necessário acrescentar óleo ou qualquer outro tipo de gordura às carnes no preparo. "Um bife de tamanho médio pode ser frito com apenas algumas colheres de água, ficando isento do acréscimo de gordura", diz. Para deixar a carne ainda mais saborosa, você pode acrescentar temperos - como mostarda - a essa água. 
bife à milanesa - Foto: Getty Images
Evite preparos à milanesa
Para fazer um bife à milanesa, é preciso não só fritá-lo em imersão no óleo, como também acrescentar farinha de trigo e o ovo ao preparo, tornado o prato ainda mais calórico. Caso você queira comer essa opção de vez em quando, é preciso tomar alguns cuidados com a fritura: "Utilize um óleo vegetal e aqueça pouco tempo e o mínimo possível, pois quanto maior a relação tempo/temperatura, maiores as alterações", afirma Ana Carolina. Outra ressalva é nunca reutilizar o óleo da fritura na alimentação - uma vez aquecido, suas propriedades não voltam mais a ser como antes. 
carne moída com batata - Foto: Getty Images
Carne de soja à carne moída
Para deixar a carne moída mais saudável, vale acrescentar porções de carne de soja ao preparo sem comprometer o sabor. "A soja é uma ótima opção, pois não tem gordura saturada e deixa o prato menos calórico", afirma a nutricionista Paula Castilho. Além disso, a leguminosa é rica em isoflavonas, um tipo de flavonoide que pode ajudar a diminuir o colesterol total e o colesterol LDL (colesterol ruim). 
panela com carne cozida e legumes - Foto: Getty Images
Enriqueça a carne com legumes
Carne com legumes é um ótimo casamento para a saúde e a dieta, ainda mais se eles forem opções bem diversificadas: brócolis, batata, cenoura, vagem, entre outras. "Quanto mais colorido estiver o prato, maior a diversidade e oferta de nutrientes", diz a nutricionista Paula.

Tanto a preparação cozida quanto assada pode ser enriquecida com legumes. Paula conta que as melhores opções de recheios para as carnes são os legumes e as castanhas. "Os primeiros, por serem ricos em vitaminas e minerais e de baixo valor energético; já a castanha é rica em gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, possui antioxidantes e atua diminuindo os níveis de colesterol", explica. Para que uma refeição com carne e legumes fique completa, é só acrescentar uma porção de arroz integral - um carboidrato complexo que tornará o prato de excelente qualidade.  
carne crua - Foto: Getty Images
Carne crua pede atenção
A ingestão da carne vermelha crua pode ser muito perigosa, pois o risco de contaminação é grande. "Pode-se contrair, por exemplo, doenças como toxoplasmose ou teníase", conta Ana Carolina Quireze. A primeira coisa a fazer é conhecer a procedência da carne. "Verifique a higiene do local onde foi adquirida, do profissional manipulador e se ela foi acondicionada à temperatura ideal", alerta a nutricionista.

Durante o preparo, lave bem as mãos e utilize sempre utensílios devidamente higienizados. Assim que a carne estiver pronta, coloque-a na geladeira para que a temperatura seja mantida até o momento de servir, diminuindo os riscos de contaminação.

"Mesmo que as preparações assadas ou cozidas sofram perdas de nutrientes, o que dificilmente acontece com a carne crua, não existe uma vantagem muito grande entre esses métodos", comenta Ana Carolina. Ela afirma que, para diminuir os riscos de contaminação, é até melhor perder um pouco dos nutrientes em vez de comprometer a saúde. 
carne recheada - Foto: Getty Images
Faça em casa!
Agora que você já sabe como deixar a carne mais saudável, que tal preparar uma refeição campeã? A nutricionista Ana Carolina dá uma sugestão de carne recheada muito saudável:

Ingredientes




½ quilo de fraldinha
50g de cenoura cortadas à juliene
30g de pimentão vermelho
50g de cebola
20g de salsinha picada
10g de alho amassado
2g de sal
1g de pimenta do reino branca
10 ml de azeite
100g de tomates maduros

Modo de Preparo
Misture o sal, o alho e a pimenta do reino e passe na carne aberta. Recheie com o pimentão, uma parte das cebolas e as cenouras. Amarre com barbante e sele a carne no azeite. Quando a carne estiver selada, acrescente os tomates maduros e o restante da cebola picada. Cozinhe até que a carne fique macia. Sirva com o próprio molho onde a carne foi cozida

5 de fevereiro de 2013

Estudo relaciona exposição solar a risco menor de desenvolver artrite


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Especialistas acreditam que a vitamina D, produzida com a luz, proteja o corpo

POR MINHA VIDA - PUBLICADO EM 05/02/2013




artrite é uma inflamação em uma ou mais articulações que ainda não tem cura e, por essa razão, o diagnóstico precoce ainda continua sendo a melhor saída para que os médicos consigam proporcionar ao paciente uma vida completamente normal. Entretanto, um estudo publicado ontem (4) no periódico Annals of the Rheumatic Diseases descobriu que a exposição solar pode ser um método eficaz para se prevenir da doença. A pesquisa foi desenvolvida por especialistas da Harvard Medical School, nos Estados Unidos.Foram acompanhadas mais de 200 mil mulheres divididas em dois grupos, sendo um deles monitorado a partir de 1976 e o outro a partir de 1989. A saúde das participantes foi comparada aos níveis de radiação UVB a que elas estavam expostas com base no local onde viviam. No grupo de 1976, aquelas que moravam em regiões mais ensolaradas dos Estados Unidos - recebendo, portanto, os níveis mais elevados de raios solares - eram 21% menos propensas a desenvolver artrite reumatoide do que as demais. Entretanto, os raios UV não pareceram afetar o grupo de 1989.

De acordo com os autores, os resultados podem ser consequência dos efeitos da vitamina D(produzida com a exposição solar) no organismo. O fato de o segundo grupo não ter sido afetado pode estar ligado à maior preocupação das novas gerações em se proteger do sol. Os pesquisadores não recomendam, porém, que um indivíduo passe o dia todo exposto à radiação solar sem qualquer proteção. O ideal é aproveitar os raios solares antes das 10 horas e depois das 16 horas com filtro solar.
Eles lembram ainda que a artrite reumatoide afeta mais as mulheres do que os homens, mas não é uma doença exclusiva do público feminino. Para quem se preocupa com o bem-estar físico e deseja evitar as dores causadas pela doença, aqui vão algumas opções de alimentos ricos em ômega 3, nutriente com ação anti-inflamatória:



(Peixes oleosos de água fria)Peixes como atum, sardinha e salmão são ótimas fontes de ácidos graxos poliinsaturados ômega-3, que impedem um processo de conversão de nutrientes no organismo responsável por originar inflamações. "O alimento também funciona como um grande aliado no controle do colesterol, na regeneração dos tecidos, na prevenção de doenças cardiovasculares e até na amenização dos sintomas da TPM e da menopausa", afirma a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri & Consult.Recomendação de consumo: um filé de 200g duas vezes por semana
  
Óleo de canola - Foto Getty Images    (Óleo de canola)Além do ômega-3, o óleo de canola também é fonte dos ácidos graxos ômega-6, sendo benéfico na prevenção de doenças do coração e na a manutenção da pressão. "Também está presente em sua composição a vitamina E, antioxidante que combate radicais livres, prevenindo contra o envelhecimento precoce e o aparecimento de doenças degenerativas, como câncer", afirma a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional.Recomendação de consumo: de uma a duas colheres por dia
Soja - Foto Getty Images

Óleo de Soja .O óleo de soja, assim como os demais óleos vegetais, é um alimento rico em gorduras poliinsaturadas, como ômega-3 e ômega-6, e uma importante fonte da vitamina E. "Ele atua na prevenção de doenças cardiovasculares, no bom funcionamento do sistema nervoso imune e no combate a radicais livres", afirma Daniela Cyrulin. Esse tipo de óleo também possui ação anti-inflamatória e ajuda a regular os níveis de colesterol no organismo.Recomendação de consumo: de uma a duas colheres por dia
Azeite de oliva - Foto Getty Images

(Azeite de oliva)Toque final na preparação de saladas ou até de uma deliciosa pizza, o azeite de oliva é um alimento importantíssimo para a saúde, graças aos ácidos graxos ômega-3, aos polifenois, a vitamina E e ao beta-caroteno nele presentes. "O óleo tem função anti-inflamatória e antioxidante, pois preserva as células, evitando a deterioração delas", aponta Roseli Rossi.Recomendação de consumo: de uma a duas colheres por dia
Rúcula - Foto Getty Images

(Rúcula)"As folhas verde-escuro da rúcula são fonte riquíssima de ômega-3 e das vitaminas A e C, potentes antioxidantes que combatem radicais livres", pontua a nutricionista Roseli. Já outros nutrientes, como potássio e ferro, são importantes para regular o equilíbrio hídrico no organismo e para a formação de células sanguíneas (hemoglobina).Recomendação de consumo: um prato de sobremesa por dia
Espinafre - Foto Getty Images

(Espinafre)O espinafre é um alimento altamente nutritivo, oferecendo em sua composição as vitaminas A, C e E, além de nutrientes como ômega-3, cálcio, ferro, potássio, bioflavonoides e carotenoides, explica a nutricionista Daniela. Suas propriedades antioxidantes previnem alguns tipos de câncer, em especial o de pulmão e o de próstata. Outros dois elementos bastante importantes são o ácido fólico, que combate a anemia, e a luteína, que fortalece o sistema imunológico, evitando problemas como a degeneração macular.Recomendação de consumo: de duas a três colheres de sopa por dia
Óleo de linhaça - Foto Getty Images

(Linhaça)"Rica em ácidos graxos essenciais, vitamina E e fibras, a linhaça é um alimento que proporciona maior fluidez sanguínea, reduz o colesterol ruim, evita a formação de placas de gorduras das artérias e promove efeitos anti-inflamatórios no organismo", afirma Roseli. A semente também melhora o funcionamento do sistema digestivo e ameniza os sintomas da TPM e da menopausa.Recomendação de consumo: de uma a três colheres de sopa por dia
Chia - Foto Getty Images(Chia)"Semente da vez, originária do sul do México, a chia é uma ótima fonte de ômega-3, ferro, magnésio e cálcio", explica Daniela Cyrulin. Seja em óleo, farinha ou grão, o alimento promove a sensação de saciedade, previne contra doenças cardiovasculares, ajuda na manutenção da massa muscular, reforça o sistema imunológico e ainda tem efeito antiinflamatório no organismo.Recomendação de consumo: de duas a três colheres de sopa por dia

“O que REALMENTE significa ter ansiedade”

Este texto foi originalmente publicado no site  Thought Catalog , por  Kirsten Corley , e é, de longe, o texto mais simples, direto e es...